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Outubro Rosa – Saiba mais sobre o câncer de mama

Tempo de leitura: menos de 1 minuto

Estamos em outubro e neste mês é feita a campanha Outubro Rosa que visa conscientizar as mulheres sobre a importância de se cuidarem e de fazer o autoexame a fim de prevenir e tratar com antecedência o câncer de mama.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, a OMS, o câncer de mama é o tipo de câncer que mais acomete as mulheres no mundo inteiro. Só para termos ideia disso em números, são 1,38 milhões de novos casos e 458 mil mortes por ano por causa da doença.

Nós do Beleza do Dia, por sermos comprometidos com a autoestima, saúde e bem-estar feminino, não poderíamos deixar de demonstrar o nosso apoio a essa campanha. Por isso, deixamos aqui um post informativo que vai te acrescentar maiores esclarecimentos sobre essa doença que é responsável por tantas mortes.

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Fatores de risco – Pessoas com maior probabilidade de desenvolver a doença

  1. Histórico de câncer de mama ou de ovário na família.
  2. Mulheres com idade entre 40 e 69 anos.
  3. Mulheres que tiveram menstruação precoce, com 9 ou 10 anos mais ou menos. A relação desse tipo de câncer com a menstruação se deve ao fato de que quanto mais tempo o organismo ficar exposto ao estrogênio, maior chances ele tem de desenvolver a doença. A grosso modo, a partir do momento em que a mulher menstrua, ela começa a desenvolver o hormônio estrogênio. Esse hormônio em produção excessiva pode ocasionar o tumor. Se a mulher menstruou precocemente, significa que os ovários intensificaram a produção de estrogênio e que o organismo ficará mais tempo exposto a ele durante a vida. Por isso, há maior chances de desenvolver o câncer.
  4. Menopausa tardia. A explicação aqui é a mesma da anterior. Enquanto a menstruação não cessa de vez, os ovários não param de produzir o estrogênio e isso significa que o organismo ficará exposto a esse hormônio por mais tempo.
  5. Reposição hormonal. Muitas mulheres na menopausa recorrem a esse tipo de “tratamento” a fim de minimizar os efeitos dessa fase. Nesse caso, essas mulheres ficam mais sensíveis a ação do estrogênio podendo desenvolver a doença.
  6. Colesterol alto.
  7. Obesidade.
  8. Ausência de gravidez. Mulheres que tem filhos e amamentam, estimula seu organismo a produzir leite e com isso, diminui a quantidade de hormônios, como o estrogênio, em sua corrente sanguínea. Por isso, quem nunca teve filho tem maior probabilidade de desenvolver a doença.
  9. Lesões de risco. Quem já teve alguma alteração na mama, até alterações benignas ou não relacionadas ao câncer, devem ser acompanhadas com atenção.

Sintomas do câncer de mama

  • Vermelhidão na pele da mama.
  • Alteração no formato dos mamilos e das mamas.
  • Nódulo nas axilas.
  • Secreção de cor escura saindo do mamilo.
  • Pele enrugada.
  • Feridas nos mamilos (em estágio avançado).

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Estágios da doença

  • Estágio 0: nesse estágio as células cancerosas ainda se encontram contidas e, por isso, é quase sempre possível a cura.
  • Estágio 1: nesse estágio o tumor mede menos 2 cm e ainda não acometeu as glândulas linfáticas da axila.
  • Estágio 3: o nódulo já chega a mais de 5 cm e pode afetar os músculos e peles mais próximas, inclusive as glândulas linfáticas da axila. No entanto, nesse estágio não há indícios que o tumor tenha se espalhado pelo corpo.
  • Estágio 4: nesse estágio, o tumor já alcança maior proporção e geralmente já há comprometimento das glândulas linfáticas.

Infelizmente, aqui no Brasil as estatísticas mostram que a maioria dos casos são diagnosticados nos estágios 3 e 4.

Chances de cura

Câncer de mama diagnosticado nos estágios 0 e 1 chegam a ter 90% de chances de cura. Já os diagnosticados nos estágios 3 e 4 têm 30 a 40% de cura total. No entanto, médicos dizem que é necessário persistência no tratamento, pois até mesmo cânceres em estágios avançados podem responder bem ao tratamento, podendo ser operados e retirados completamente.

Prevenção

  1. Exercícios físicos. A adoção de hábitos saudáveis como alimentação adequada e a prática de exercícios físicos diminuem muito os riscos de se desenvolver a doença. A atividade física diminui os níveis de estrogênio, que é o hormônio relacionado a doença e, além disso, diminui o estresse e ajuda no controle do peso, que também são fatores de risco.
  2. Amamentação. Amamentar estimula as glândulas mamárias e diminui os níveis de estrogênio e outros hormônios na corrente sanguínea, minimizando, assim, os riscos de se ter a doença.
  3. Mamografia. A mamografia deve ser feita anualmente por mulheres a partir de 50 anos. No entanto, quem tem histórico de câncer na família, deve fazer 10 anos antes do caso mais precoce. Ou seja, se uma parente teve câncer aos 40 anos, e se essa parente foi a pessoa mais jovem a desenvolver a doença, é necessário que se faça a mamografia anualmente a partir dos 30 anos de idade.
  4. Autoexame. Faça uma vez por mês durante o banho com a pele ensaboada ou molhada. Apalpe todo o seio com os dedos. Faça também deitada. Veja a ilustração a seguir.

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Caso você encontre alguma anormalidade como alteração na pele, no tamanho, nos mamilos… qualquer anormalidade, procure imediatamente um serviço de saúde. Faça um exame, converse com seu médico para que, se for o caso, inicie-se o tratamento o mais breve possível. Quanto mais cedo, melhor.

Muitas informações eu tirei do artigo do Minha Vida. Lá há outras informações mais técnicas e aprofundadas sobre o assunto. Vale muito a pena conferir.

Espero muito que seja útil este artigo. Indique-o para suas amigas e familiares, apenas esta ação pode salvar a vida de muitas mulheres.

Beijos e até a próxima! ♥

 

 

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